Mapa de câmeras privadas na Grande São Paulo
Atualizado em 21 de setembro de 2026. Contagem feita sobre a coleta de 5 de setembro de 2026.
O SafeSP tem uma camada opcional com a posição de câmeras de segurança privadas que a empresa Gabriel publica no seu mapa público na internet. Esta página descreve o que essa camada mostra, de onde vêm os pontos e o que ela não faz.
- Posições na coleta de 5 de setembro de 2026
- 4.844
- Dentro do contorno do município de São Paulo
- 4.473
- Atualização da lista
- Semanal
O que a camada mostra
- Um pino para cada posição de câmera. A origem publica só latitude e longitude, sem endereço.
- A camada começa desligada. Ela liga no botão de camadas (+), no canto inferior direito do mapa, e fica ligada até o fim da sessão.
- Ao ligar, um aviso informa quantas câmeras a lista tem e cita a fonte. No computador, o mouse sobre um pino mostra a data da coleta.
- Tocar num pino abre o Google Street View daquele ponto numa nova aba, para ver a rua. A partir daí valem as regras do Google, e o SafeSP não recebe nada de volta.
- Os pinos ficam por baixo dos pontos de ocorrência e de notícia. Em zoom afastado eles encolhem, mas cada câmera continua com o seu pino.
De onde vêm os pontos
A lista tem uma fonte só: o mapa público da Gabriel. Uma vez por semana, um robô do SafeSP baixa a lista da empresa e guarda as posições que caem num retângulo em volta da região, entre as latitudes -24,1 e -23,1 e as longitudes -47,3 e -45,9. Coordenadas repetidas viram uma só, com cinco casas decimais, o que dá cerca de 1 metro.
O retângulo cobre os 39 municípios da Região Metropolitana, mas também pega pedaços de cidades vizinhas. Por isso alguns pinos podem ficar fora da região.
Na coleta de 5 de setembro de 2026 eram 4.844 posições. Delas, 4.473 (92,3%) ficam dentro do contorno do município de São Paulo que o mapa desenha e 371 ficam fora dele. O total muda a cada coleta semanal. O aviso que aparece ao ligar a camada traz o número em uso.
Se a coleta de uma semana vier com menos de 80% dos pontos da anterior, o robô mantém a lista anterior. Assim, uma falha na origem não esvazia a camada.
As posições são as publicadas pela empresa e podem estar deslocadas alguns metros. O SafeSP mantém uma lista própria de pontos retirados a pedido, e um ponto retirado não volta nas coletas seguintes. Pedidos sobre a câmera em si vão para a empresa.
O que a camada não faz
- A camada não informa quem opera a câmera, para onde ela aponta, se está funcionando ou se grava.
- A camada não mostra endereço, nome de morador, condomínio ou empresa, nem dado pessoal nenhum.
- A lista cobre só o que a Gabriel publica. Câmeras de outras origens ficam fora dela.
- Ligar a camada não coleta dado de quem usa o aplicativo.
Para que serve no mapa
Com a camada ligada junto com as ocorrências, dá para ver onde há monitoramento privado publicado perto de um trecho com registros, e conferir a rua pelo Street View.
Depois de um fato, o pino indica onde pode existir uma câmera. O pedido de imagem segue pelo proprietário ou pela via judicial.
Como ler a camada
Um pino indica só que a empresa publicou uma câmera naquele ponto. Ele não diz nada sobre o risco do lugar. A falta de pinos numa rua também não quer dizer que ela não tenha câmeras.
A camada de ocorrências, quando ligada junto, mostra boletins registrados. Nem todo crime vira boletim, e a SSP publica com cerca de dois meses de atraso. Em 21 de setembro de 2026, o último mês de ocorrências no mapa é julho de 2026.
A política de privacidade do SafeSP tem um item só sobre esta camada, em Privacidade. A explicação sobre os dados de ocorrências está em Os dados do SafeSP.
Fontes
- Gabriel Tecnologia Ltda. Mapa público de câmeras, divulgado no site da empresa. Coleta usada nesta página: 5 de setembro de 2026.
- SafeSP. Política de Privacidade, item Câmeras privadas.
- SafeSP. Os dados do SafeSP, na página de Ajuda.